Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 12/08/2021

No período da Idade Média, a educação era restrita ao clero e a nobreza que detinham o conhecimento e o transmitiam de forma sucinta. Com base nisso, a maior parte da população era negligenciada de ensino básico, e ficavam a mercê dos interesses dos mais ricos. No Brasil Contemporâneo, permanece ainda esse pensamento, visto que há a desigualdade social. Esse cenário é fruto tanto da exclusão da população nas escolas quanto da falta de incentivo estatal.

Em primeiro plano, é fundamental compreender que a falta de inclusão para mais de 11 milhões de jovens é consequência direta da falta de planejamento atrelado à questão social. O filósofo e pensador Imannuel Kant enfatiza que: ‘’o homem é aquilo que a educação faz dele’’, e, pessoas que não conseguem se adaptar com o sistema de ensino por falta de privilégios e oportunidades, estão à mercê de não saberem quem são e pra onde irão, por não receberem sapiência.

Em segundo plano, a falta de incentivo do estado contribui para a perpetuação do analfabetismo, visto que a Constituição Federal de 1988, assegura a educação como um direito a todo cidadão, mas não é essa a realidade brasileira, pois quando há o estímulo do estado em alfabetizar, apenas ensina-se a ler e escrever, e não instruem os adolescentes a se deleitarem na leitura, na interpretação de textos e no seu processo de aprendizado educativo.

Portanto, o Ministério da Educação deve incentivar campanhas de incentivo à leitura, abertura de livrarias, centros sociais nos bairros com a finalidade de diminuir os índices de analfabetismo funcional, desse modo atenuar-se-á o impacto nocivo do conhecimento restrito.