Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 05/10/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos direito à educação e bem-estar na sociedade. Entretanto, o processo de alfabetização  se mostra problemático na pandemia, pela falta de acesso à internet, para a educação a distância.

Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de acesso ao EaD (ensino a distância), pois cerca de  42% dos lares não possuem computador, segundo o UoL. Diante disso, se torna evidente o aumento dos índices de analfabetismo, pela falta de contato com a ajuda de profissionais da educação. Nesse sentindo, segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir direitos indispensáveis aos cidadãos, como a educação, o que é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de investimentos nas escolas como impulsionador do contratempo para alfabetização. Diante de tal exposto, alunos e professores não possuem verba o suficiente para garantir uma educação de qualidade, pela falta de internet, livros e um meio de comunicação. Logo, é inadimissível que o cenário continue.

Contudo, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação, criem uma proposta de destribuir tablets com acesso a internet, a população mais carente, com a finalidade de disponibilizar acesso a uma alfabetização de qualidade, com livros e jogos de aprendizado nos aparelhos. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.