Desafios e estratégias para a conservação da vida marinha e o uso sustentável dos oceanos

Enviada em 18/10/2025

Na obra “Horizonte Perdido”, de James Hilton, é retratada uma sociedade na qual foi capaz de equilibrar o desenvolvimento com a sustentabilidade. Entretanto, fora da ficção, a realidade contemporânea está longe disso, haja vista os desafios para a conservação da vida marinha e o uso sustentável dos oceanos. Diante disso, é fundamental abordar os principais causadores desse impasse: a omissão do Estado e a falta de empatia entre as pessoas.

Em primeira análise, a omissão estatal agrava essa situação. Desse modo, o poder público não está investindo o suficiente para garantir que a vida marinha seja respeitada, como a despoluição dos oceanos. Isso ocorre porque, segundo o site de notícias “G1”, o Brasil investe mais em benefícios para as pessoas públicas do que em meio ambiente. Nesse sentido, de acordo com o filósofo Nicolau Maquiavel, o Estado tende à manutenção do poder, como o aumento dos seus privilégios, mesmo que isso prejudique o bem comum. Logo, é necessário que haja mudanças.

Além disso, a falta de fraternidade nas relações sociais colabora com o revés. Ademais, diversas pessoas não importam-se com a preservação dos mares, e ignoram que outras pessoas serão prejudicadas com os seus atos, como as mudanças climáticas. Visto isso, pode-se citar que, conforme o site de notícias “Folha de São Paulo”, os principais responsáveis pela poluição das praias são os turistas, ou seja, pessoas que não moram na região e não colaboram com o uso sustentável dos oceanos. Sob essa ótica, de acordo com o filósofo Arthur Schopenhauer, a verdadeira ética só ocorre quando o ser-humano é capaz de sentir a dor do outro. Logo, é inaceitável que a sociedade mantenha essa postura.

Em suma, medidas são necessárias para a solução desse impasse. Portanto, o governo federal - instância máxima executiva - deverá criar um programa para a proteção dos oceanos. Esse programa irá realizar palestras em locais públicos, como escolas e praças, para orientar a população sobre os riscos de poluir as praias. Isso poderá ser feito por meio de parcerias com empresas públicas voltadas à proteção do meio ambiente, como o “IBAMA”. Esse projeto tem a finalidade de promover a defesa dos mares brasileiros. Por fim, a sociedade citada por James Hilton não será uma ficção.