Desafios e perspectivas para o trabalho informal no Brasil
Enviada em 05/07/2023
A crise de 1920, também conhecida como grande depressão, foi uma forte recessão econômica que atingiu o capitalismo internacional no final da década de 1920. Nesse sentindo, tal panorama promoveu mudanças no campo econômico como: desempregos, falências de empresas. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios para as sociedades contemporâneas, como à aquisição dos trabalhos informais. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: como as empresas e o governo estão se impondo com a população trabalhando informalmente e quais são os impactos.
Seguramente, com os avanços tecnológicos, o ser humano tem sido substituído por máquinas. Hoje, grandes empresas já não precisam de uma quantidade de pessoas trabalhando para elas; desde então, o desemprego aumenta trazendo consigo pessoas dependentes do governo e de trabalho informal; custeando um valor alto para o governo auxiliar essas pessoas desempregadas. Assim, conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), trinta e oito milhões de pessoas trabalham informalmente no Brasil e um gasto de R$ 53,6 bilhões.
Ademais, os impactos do trabalho informal, está diretamente relacionado a sociedade global. Logo, a informalidade, atrasa o desenvolvimento do país, contribui para endossar o rombo das contas públicas e como não possui registros o trabalhador não contribui para a previdência social.
Diante do exposto, é notório a resolução que se precisa para à problemática. Portanto, o Ministério do trabalho, precisa garantir empregos de carteira assinada, aderir a fiscalizações e modelos mais virtuosos de contratação para o mercado de trabalho. A fim de valorizar os trabalhadores e movimentar a economia do país formalmente.