Desafios e perspectivas para o trabalho informal no Brasil
Enviada em 25/09/2023
A Crise econômica de 1929, conhecida como a “grande depressão”, ocorreu devido à paralisação do comércio e a queda da bolsa de valores. Esse período de instabilidade econômica remonta ao surgimento de trabalhos informais e a dificuldade de estabilização econômica. Sendo assim, é perceptível que os fatores preponderantes para o crescimento dessa adversidade são: aumento do desemprego no Brasil e grande exigência do mercado de trabalho.
Nessa perspectiva, o aumento da taxa de desemprego no Brasil configura-se como um grande impacto para essa conjuntura adversa. Diante pesquisas realizadas pela Agência Brasil em 2022, o Brasil encontrou-se com uma taxa de desocupação e desemprego equivalente a 8,4%. Nesse contexto, destaca-se a precariedade de empregos para toda a sociedade que habita no país, gerando uma insuficiência e resultando no trabalho informal dos dias atuais. Logo, é imprescindível a resolução dessa problemática a fim de haver uma melhor ocupação para todos os indivíduos brasileiros.
Acerca disso, ao analisar a obra “carregador de flores”, de Diego Rivera, é possível ver um homem lutando para tentar carregar um cesto enorme de flores. A obra revela o esforço descomunal que o homem precisa fazer para concretizar a venda ou entrega, fato este similar à situação de trabalhadores em situações precárias devido à falta de experiência dos trabalhadores e necessidade do trabalho informal. Desse modo, percebe-se que a constância dessa adversidade prejudica a promoção de pessoas empregas devidamente.
Diante do exposto, soluções válidas são primordiais para o retroceder das circunstâncias em questão. Para isso, compete ao Ministério do Trabalho e Emprego investir na criação de empregos menos exigentes, facilitando o acesso de todos ao mercado de trabalho - com o fito de gerar uma sociedade mais empregada formalmente. Isso deve ser feito mediante recursos autorizados pelo governo de cada lugar, com o objetivo de melhorar as condições econômicas e sociais de todos os trabalhadores. Além de tudo, campanhas que divulguem e informem a população sobre a valorização do emprego, idependente do seu feito. Enfim, será possível a criação de uma sociedade equilibrada e qualificada.