Desafios e perspectivas para o trabalho informal no Brasil

Enviada em 22/09/2023

Com a superprodução das empresas, objetivando suprir a necessidade dos países europeus pós Primeira Guerra Mundial devido à grande devastação, a fabrição excessiva de produtos fez com que muitas empresas fossem à falência gerando muitos desempregos. Com isso, muitos foram obrigados a trabalharem por si só ou como ambulantes. Na contemporaniedade, muitos trabalham através da informalidade, sem carteira assinada e por si só. Desse modo, é necessário que o governo avalie a problemática, levando em consideração a formação e os impactos causados pela pandemia.

Tendo em vista os agentes apresentados, a formação desagua e implica na carreira do indivíduo. De acordo com a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) feita pelo IBGE em 2019, o ensino superior entre jovens de 18 a 24 anos é de 32,7%, menos da metade. Isso acarreta na baixa formação para ingressar no mercado de trabalho, dificultando a possibilidade de conseguir um emprego, levando a população encontrar outros modos de trabalho através da

informalidade, seja trabalhando por si só ou como ambulante.

Os abalos da pandemia provocaram grandes desempregos. Com o isolamento social, muitas empresas foram forçadas a fechar ou dispensar a maioria dos funcionários para manter a fábrica viva. Por isso, muitos tiveram que optar pela informalidade para conseguir se manterem, mesmo com jornadas excessivas de trabalho.

Logo, é necessário inferir-se que o governo necessita dar a devida atenção para combater o trabalho não formal. Com isso, o Ministério do Trabalho deve disponibilizar cursos de formação e técnicos para integrar os informais, de modo que, busquem diminuir esse tipo de serviço, tendo em vista que o trabalho informal leva a jornadas excessivas de trabalho, a não garantia de benefícios como FGTS, seguro desemprego e entre outros. Objetivando erradicar aos poucos o trabalho informal.