Desafios e perspectivas para o trabalho informal no Brasil

Enviada em 15/07/2024

Decretada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos direitos Humanos assegura à todos os indivíduos o direito à educação e ao trabalho. No entanto, a péssima gerência governamental e a ineficiência na esfera educacional impossibilitam que a população brasileira desfrute desse direito na prática, visto que pessoas com baixo grau de escolaridade têm dificuldades de conseguir empregos formais. Dessa forma, é necessário que medidas sejam tomadas a fim de resolver essas problemáticas educacionais e governamentais.

Primeiramente, necessita-se entender que a educação é um fator importante na constituição de um país. Atualmente, ocupando a nona colocação no ranking de economias mundial, seria lógico dizer que o Brasil possui um sistema educacional público eficiente. Porém, o quê verifica-se é justamente o oposto e a prova disso é claramente refletida no grande número de pessoas que optam por trabalhar informalmente, uma vez que estas não possuem escolaridade suficiente para competir no mercado de trabalho. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 11,8 milhões de pessoa são analfabetas. Diante do exposto, é inadmissível que o Brasil tenha tamanha ineficiência âmbito educacional tendo em vista o seu poder econômico.

Secundariamente, é preciso atentar-se à impunidade relativa à má administração governamental. Segundo Martin Luther King, “A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar”. Dessa forma, tem-se como resultado da negligente logística estatal, injustiças em âmbito nacional como a falta de empregos formais para a população com baixo grau de escolaridade, posto que o mau direcionamento dos recursos governamentais na para educação pública brasileira acarreta na falta de preparo da própria população para o mercado trabalhista.

Portanto, é preciso que o MEC (Ministério da Educação) incentive os alunos a estudarem, através de palestras ministradas por pedagogos, por meio do direcionamento do orçamento governamental destinado pelo poder legislativo. Desse modo, a ONU poderá assegurar aos cidadãos brasileiros, seus direitos.