Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 05/04/2023

Se observa que os alunos acometidos por os transtornos de aprendizagem estão comprometidos em sua inclusão nas escolas tanto no ensino quanto socialmente. Aparenta-se que o sistema de educacional, em vista exclusiva de um aluno ideal, é rígido em seus protocolos de ensino e inclusão social, de modo que, aos alunos idealmente divergêntes são negligenciados dado que as escolas não são adpativas em seu modelo de gestão.

Ao se ater a composição e integração da gestão e dos professores, nota-se que a base dos desafios de inclusão e ensino se constituem num despreparo. Os professores não são nem formados e nem atualizados para atender às questões neurodivergêntes de alunos com transtornos de apredizagem. Logo as metodologias aplicadas a média dos alunos os prejudica de progresseguir adquadamente na grade curricular assim como são estimigatizados socialmente.

As vezes o despreparo e negligência é tal que os alunos acometidos por esses transtornos não são diagnosticados, ou seja, o redimento e a incompatibilidade escolar é visto como consequência ao caracter do aluno, o submetendo a um meio preconceituoso que incute uma séries crenças equivocadas a respeito de si que pode evoluir a outros transtornos mentais como a depressão e ansiedade.

Em paralelo, os protocolos de avaliação e acolhimento institucionais são rígidos, e não prevêm métodos práticos para atender equidade de tratamento e ensino aos alunos com tais transtornos em comporação aos alunos comuns. Notoriamente manisfesto na deficiência de material didáticos adaptado, corpo docente e de saúde especializado ausênte, protocolos defasados cientificamente e outros.

Logo, o ministério da educação deve compor uma legislação atualizada em seus protocolos de formação de professores e gestão escolar de modo a promover uma instituição que se aptada necessidades de ensino e inclusão ao aluno real como aqueles que apresentam transtornos de apredizagem afim de preterir o modelo em que o aluno deva se encaixar num idealização que o marginaliza.