Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 15/04/2023
Paulo Freire, pedagogo brasileiro, afirmava: ’’ A educação não transforma o mundo, educação muda pessoas, pessoas transformam o mundo’’. Diante dessa perspectiva, verifica-se em relação à inclusão dos alunos com transtorno de aprendizagem, no Brasil, muito tem-se a deseja. Dentre os aspectos dessa problemática, destacam-se a falta de profissionais especializados e a falta de gestão das Políticas de inclusão educacional.
Em primero lugar, observa-se a questão da falta de profissionais não especializados para lhe dar com alunos com transtorno de aprendizado. Sabe-se que o transtorno de aprendizagem tem inúneros de impactos, em breve resumo, constata-se a questão da dificuldade de comunicação e da coordenação individual. O baixo quantivativo de educadores especializados, frente aos estudantes com esses transtornos, acarretam a inércia da inclusão escolar desses estudantes. Segundo o Ministério da Educação, 10% dos alunos em idade escolar apresentam algum tipo de transtorno de aprendizadem e, além disso, acompanha o defict de professores com especialização adequada.
Em segundo lugar, observa-se a questão deficitária das Políticas Públicas voltadas à educação de estudantes com algum tipo de transtorno de aprendizagem. Sabe-se que foi instituída uma nova Lei em 2021, no intuíto de proporcionar o acompanhamento integral de educandos com transtorno educacional. Entretanto, na efetiva prática, observa-se em contradição, visto que, inúmeros de estabelecimento de ensino não possuem infraestrutura adequada em prol da temática.
Com tudo isso, ratifica-se que, apesar de existirem Políticas Públicas inclusivas aos que possuem transtorno de aprendizagem, muito tem-se a desejar. Para que a problemática venha a ser dirimida, deve o Poder Executivo em conjunto com Legislativo, por intermédio do Ministério da Educação, direcione recursos para promover especialização em ensino inclusivo e, além disso, criar equipes que acompanhem e faça gestão das estruturas escolares em propiciar melhorias infraestrututurais para os que possuem transtorno de aprendizagem, assim, efetivar-se-á a legitimidade da educação e que enalteça a dignidade humana.