Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 19/04/2023
A greve dos professores iniciada em 13 de março de 2015 na cidade de SP, conta o “G1 notícias” que é a mais longa da história do país, portanto, fica evidente o tamanho da crise educacional no Brasil. Nesse sentido, tal panorama promoveu a precaridade de inclusão de alunos com transtorno de aprendizagem nas escolas. Em contrapartida, nota-se que essa realidade impôs novos desafios a sociedade comtemporânea. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: A carência de profissionais especializados pela má remuneração e a falta de políticas públicas para incluir esses alunos nas escolas.
É notório que os educadores atualmente no país são desvalorizados, tornando o setor de educação carente de mão de obra especializada. Em consequência disso, as escolas brasileiras ficam sem estruturas para incluir esses alunos com problemas de aprendizagem nas mesma, acarretando atraso educacional e até mesmo no abandono dos estudos. A super lotação de alunos em escolas públicas para poucos profissionais é natural no país, visando uma quantidade grande de discentes alocados em uma mesma unidade. Os que possuem algum déficit de aprendizagem acaba sendo prejudicado em comparação com os outros alunos, tornando-se até mesmo em uma exclusão.
A uma grande escassez de recursos para a consolidação desses alunos em um aprendizado de qualidade. Recursos esses, que são meios essenciais para o docente poder fazer seu trabalho com eficiência. É escassa a participação governamental dentro das escolas brasileiras, isso inclui: deficiência nos projetos e falta de investimentos no campo escolar. Paulo Freire, um dos maiores educadores da história, dizia que: “a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”
Diante do exposto, nota-se a necessidade de participação ativa do governo nos espaços escolares. Em específico, o ministério da educação, que deve reformular os projetos já criados, atribuindo a novas metodologias, fazendo à construção de escolas maiores, e aumentando o piso salarial dos educadores. Para que o número de profissionais aumente e consequentemente aderir à inclusão digna desses alunos em escolas com ensino de qualidade.