Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 20/04/2023

Segundo o educador brasileiro José Pacheco, existem escolas do século XIX, professores do século XX e alunos do século XXI. Contudo, nota-se que tal condição tem reforçado os desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtorno de aprendizagem, tendo em vista que a falta de informação e atualização sobre as condições dos alunos, perpetuam sua exclusão. Portanto, é de suma importância analisar o preparo dos profissioanais e a carencia de políticas públicas no contexto de transtornos de aprendizagem.

Sob esse viés, é válido destacar que o âmbito escolar precisa estar preparado e equipado para fornecer uma educação inclusiva. Sob essa ótica o educador Arthur Lewis fomenta a idéia de que educação nunca será dispesa e sim um investimento com retorno garatindo. Dessa maneira, percebe-se a necessidade de investimento tanto na estrutura oferecida para os indivíduos, quanto para a capacitação do profissional educacional,já que, com o conhecimento dos professores, é possível indentificar o tipo de transtorno de aprendizagem e a melhor abordagem para incluir o aluno no convívio com os demais.

Paralelo a isso, é de suma importância a existência de políticas públicas inclusivas. Nessa pespectiva segunda a Declaração universal dos direitos humanos, todos os seres humanos nascem iguais em dignidade e em direito. Logo, a falta de políticas públicas fere um direito humano básico, pois não assegura as pessoas com transtorno de aprendizagem condições e meios para que possam ser incluídas na sociedade, além de não favorecem a informação e disseminação sobre o assunto, o que fortalece ainda mais sua invisibilidade.

Urge, portanto, medidas que minimizem a problemática em questão. Portanto, cabe ao Ministério da educação - cuja função é garantir uma educação igualitária- fornecer a capacitação de profissionais da área da educação, por meio do oferecimento de cursos que visem tratar sobre os tipos de transtorno de aprendizagem, a fim de garantir o conhecimento a todos, visando maneiras de tornar o ambiente escolar inclusive. Além disso, com a parceria da mídia, deve-se desenvolver acões midíaticas que visem trazer informações sobre o assunto, para que assim, independente do século, a educação seja inclusiva e igualitária.