Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 21/04/2023

No livro Percy Jackson e os olimpianos: o ladrão de raios, a história trata de semideuses, filhos de divindades gregas, na atualidade, e nela todas as crianças são disléxicas por terem o cérebro programado para o grego antigo e os professores e colegas que os preterem são monstros que os caçam. Na realidade não é muito diferente, muitos alunos que possuem transtornos de apredizagem são excluídos do ambiente escolar e nem recebem o auxílio necessário.

Infelzimente, o bullying é muito comum em escolas, principalmente se possuir qualquer característica que se diferencie do que é considerado normal. Quase sempre alunos com transtornos são desprezados pelos outros, o que torna ir para as aulas algo detestável e sofrido, além de cortar a motivção deles de aprenderem por acreditarem naquilo que os colegas de classe falam, causando também diversos problemas psicológicos, como ansiedade, depressão e baixa autoestima.

Além disso, muitas escolas públicas sofrem com um déficit imenso de professores e que, segundo estudos, pode chegar em 235 mil até 2040, o que faz com que os atuais estejam sobrecarregados, portanto não são capazes de auxiliar corretamente estes alunos. Apesar de ser crime, muitas escolas negam a matrícula de alunos com trantornos e quando os aceitam não disponibilizam nada para ajudá-los, nem treinamento adequado para os profissionais para lidar com eles.

Sabe-se que o artigo 6° da Constituição Federal de 1988 defende que a educção é um direito social, portanto faz-se necessário que o Governo tome as medidas cabíveis para combater este male. O Ministério da Educação deve propor medidas que combatem o preconceito por meio de campanhas para alunos e cursos preparátorios para educadores para difundir o conhecimento e afrontar o preconceito.