Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 28/04/2025

De acordo com a filósofa Djamila Ribeiro, o primeiro passo para resolver um problema é tirá-lo da invisibilidade. Nesse sentido, ao analisar a situação de alunos com transtornos de aprendizagem nas escolas brasileiras, evidencia-se a necessidade de sua inserção integral. Nesse ínterim, é crucial destacar que o déficit na formação dos educadores e o preconceito cultural em âmbito escolar são os principais agentes suscitadores da problemática na coletividade nacional.

Em primeira análise, vale ressaltar as lacunas na graduação de instrutores, relacionada à educação. Segundo Paulo Freire, a formação permanente presupõe que o formador e o formando compreendam-se como seres inconclusos. Sobre esse viés, alunos com transtornos educacionais de aprendizagem muitas vezes não recebem zelo adequado, pelo fato de seus educadores não compreenderem suas necessidades.

Outrossim, o descrédito das famílias em relação a TEAPs corrobora com a exclusão e reforça a baixa autoestima de alunos com carências específicas. Analogamente, no filme Como Estrelas na Terra, o menino Ishaan, com muita dificuldade de concentração, é interpretado como indiferente a suas obrigações, até obter um olhar atento de um profissional. Desse modo, é perceptível a necessidade de crédito e auxílio.

Em suma, é necessário que as escolas de rede pública e privada tenham inclusão e auxílio integral para os alunos com transtornos de aprendizagem. Para que isso ocorra, é crucial que o Ministério da Educação proporcione especializações aos educadores. Além disso, é imprescindível que as famílias brasileiras sejam alertadas sobre o valor da educação inclusiva, por intermédio de palestras e publicidades. Desta forma, os estudantes com distúrbios de aprendizagem serão retirados da invisibilidade.