Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 30/05/2023
A Constituição Federal, promulgada em 1988, foi esboçada com o objetivo de delinear igualdade, direitos-inclusive à educação- para todos os cidadãos. Entretanto, tal teoria não tem sido sido efetivada no que tange aos desafios enfrentados para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem nas escolas. Por isso, cabe analisar a falta de profissionais capacitados e a inércia governamental, como raízes do problema.
Diante desse cenário, é válido pontuar que a negligência estatal infere diretamente na problemática. Nesse contexto, de acordo com o filósofo John Locke no contrato social, ´´É dever do Estado promover ações que garantam o bem-estar social´´, sendo assim o governo peca em não proporcionar projetos- aulas práticas, expositivas, extra classe, fonoudiólogos em sala- que visem a assistência de pessoas com déficts de aprendizagem. Dessa maneira, o poder executivo corrobora para a precaridade e continuidade dos impasses abordados.
Ademais, à falta de capacitação para os profissionais da eduação faz perpetuar os entraves. Com isso, as escolas carecem de não preparar seus profissionais para lidarem com os obstáculos que irão enfrentar para inserirem os alunos especiais, pois o despreparo faz com que o professor não consiga atender as necessidades individuais de cada um. Segundo o filósofo Kant ´´O homem é aquilo que a educação faz dele´´, deste modo, é imprescindível que esses alunos sejam incluidos na educação, a fim de não ficarem marginalizados e terem um futuro próspero.
Em suma, urge que ações precisam ser tomadas para mitigar os desafios existentes. Para isso, é dever do Ministério da Educação, através das escolas- grandes difusoras de conhecimento-, destinar verbas para a capacitação de profissionais da educação e cotratação de uma equipe multidisciplinar psicopedaoga. Com o intuito de se obter um grupo apto para lidar com qualquer tipo de transtornos de aprendizado, fazendo com que esses alunos sejam adentrados no meio ducacional da melhor forma possível e desfrutando de uma educação digna e de excelência como estabelece a Carta Magna.