Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 04/06/2023
Segundo Lei n13.147, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), todos os indivíduos devem ter acesso ao ensino. Atualmente muitos pais que tem condições financeiras estão aumentando a atenção para as escolas que tem uma ampla inclusão de ensino, mas infelizmente muitos desses colégios não tem, ainda, essa vastidão de recursos para abrigar para o ensino de uma cirança com transtornos de aprendizagem, por exemplo.
Para ensinar uma criança com esse tipo de transtorno é necessário ter sempre uma pessoa ao lado para que o formato do conhecimento entre de uma maneira mais fácil possível na mente dela, e isso requer muito tempo e paciencia da ajudante.
Infelizmente, nem todas as crianças com transtorno de aprendizagem tem essa opção de ter uma ajudante para facilitar a forma de receber o conhecimento. Muitos pais não tem os recursos necessarios para por o filho com transtorno de aprendizagem numa escola que inclui crianças de todos os tipos, então o que lhes restão é botar o filho em uma escola pública que não tem todo o suporte essencial, fazendo com que a criança perca o estimulo e o gosto de estudar.
Numa matéria da TV Cultura, no ano de 2016, o reporter Gustavo de Oliveira, estava mostrando como é que as professoras de uma escola pública conseguiam conciliar o ensinamento dos alunos com algum tipo de necessidade especial junto com outros alunos. Na matéria dava para perceber o tamanho da responsabilidade que aquelas profissionais tinham com as crianças que tinham o transtorno de aprendizagem. Infelizmente não tinha ajudantes para todas as crianças por causa da pouca verba da escola.
Visto isso, é de uma tremenda responsabilidade que o governo aumente a inclusão nas escolas públicas visando as ciranças com transtorno de aprendizagem, atendendo assim a Lei n13.147, que é o Estatuto da Pessoa com Deficiência, para melhorar e ampliar a visão futura das crianças com trantornos.