Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 19/06/2023

É de costume do brasileiro dizer que uma pessoa é mais capaz que outra pelo seu desempenho acadêmico, criando termos como “inteligente” e “burro”. Tais constatações foram refutadas com a psiqueanalise e a neurociência moderna, podendo atestar aos estudantes transtornos de apredizagem. Entretanto, a degradação da infraestrutura e preparação das escolas, além do preconceito entorno dessas pessoas, instiga um desafios para formação acadêmica e profissional desses indivíduos.

Primeiramente, deve-se salientar que nem todos transtonos cognitivos levam a incapacitação profissional, TDAH não impede um diploma de advocacia, nem um baixo grau de autismo significa que a pessoa não possa ser medico, como visto em The Good Doctor. Porém, a grade escolar e o modelo tradicional de escolar pode ser um impecílio, pois há formas mais produtivas de trabalhar cada transtorno e com a aplicação atual do novo ensino médio, por exemplo, as notas médias de alunos diagnosticados com TDAH cairam muito em relação a anos anteriores, pela a má aplicação didática de novas matérias.

Ademais, é de praste a critica e o preconceito ao diferente em nossa sociedade, não sendo excessão esses jovens, que muitas vezes são criticadas por colegas e até professores. Isto se deve a falta da abordagem de tal tema nas escolas, por causa do estigama sobre os transtornos educacionais e a apatia da coordenação do mesmo.

Em síntese, cabe ao Estado o dever de proporcionar a concientização sobre o tema por meio de aulas, palestras e projetos, com a presença de profissionais de forma didáticas para combater o preconceito sobre o tema. Além disso, investir na infraestrutura estudantil para moldar da melhor forma possível o aluno para o ambiente de trabalho.