Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 08/07/2023

Observa-se que muitas discussões têm ocorrido acerca da inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem. Isso acontece devido à negligência governamental e a falha escolar; fatos que culminam em preocupantes mazelas. Desse modo,

é imprescindível refletir e intervir em tais problemáticas em prol da plena

harmonia.

É válido destacar, a princípio, que o descaso governamental representa um grande obstáculo que impede a efetiva inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem. Nesse contexto, de acordo com o jornalista Gilberto Dimenstein, em seu livro “Cidadão de papel”, o Brasil é marcado pela não aplicação prática dos mecanismos legais, como a Constituição de 1988, e pela cidadania apenas no campo teórico. Dito isso, pôde-se afirma que as dificuldades nas deficiências de aprendizagem não tem a devida importância é isso vai ao encontro do cenário postulado pelo jornalista. Essa situação ocorre de tal forma que o governo não oferece subsídios para que mais pessoas conheçam os sintomas crônicos de transtornos de aprendizagem, por exemplo, “Lá na favelinha”, a qual promove um trabalho de inclusão, mas, poucas pessoas conhecem, dificultando a garantia do sucesso na trajetória escolar.

Ademais, é importante observar que a lacuna escolar é uma das principais barreiras para inclusão de crianças e adolescentes com dislexia cerebral. Nessa perspectiva, para Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. De acordo com essa perspectiva, se há um problema social, há como base uma lacuna educacional. No que tange aos desafios para incluir alunos com bloqueio no aprendizado, percebe-se a forte influência dessa causa, uma vez que a escola não tem cumprido seu papel no sentido de reverter o problema, pois não está trazendo às salas de aula conteúdos que ajam na resolução da questão.

Portanto, é necessário agir sobre o caso. Para isso, o governo federal deve propor a criação de conversas com terapeutas a cada mês nas escolas, por meio de palestras com sociólogos, a fim de reverter o descaso governamental. Tal ação pode, ainda, ser transmitida nas redes sociais do governo. Paralelamente, é preciso trabalhar sobre a lacuna educacional presente na situação.