Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 06/08/2023

De acordo com o artigo 6 da Constituição Federal, todo o povo brasileiro tem garantia à educação. Entretanto, a realidade se mostra em contraste daquela proposta pelo Estado, ao perceber desigualdades no ensino nacional. Diante dessa perspectiva, é válido abordar a falta de qualificação profissional e assimetrias no ambiente educacional como problemáticas deste tema.

Em uma primeira análise, percebe-se a falta de qualificação profissional. Nesse sentido, o sistema de educação precisa ter uma ampla gama de profissionais com diversas qualificações específicas, para saber educar adequadamente estudantes com transtornos de aprendizagem. No entanto, infelizmente, o governo brasileiro não possui tais oficiais e nem fornece oportunidades para que isso seja possível, ou seja, sem professores que possam ensinar um aluno com um transtorno específico, acaba por dificultar no seu processo de estudo. Portanto, fica claro o problema no tema abordado.

Em uma segunda análise, há, também, desigualdades no sistema educacional brasileiro. Desse modo, ao perceber que nem todos têm as mesmas estruturas didáticas, ou seja, existindo um desbalanceamento de iguais oportunidades para todos, põe em prova que o Governo Federal não é capaz de garantir educação para todo a sua nação. Ademais, de acordo com o filósofo John Locke, essa conjuntura se caracteriza como uma “quebra de contrato social”. Logo, com essa assimetria presente no ambiente pedagógico, acaba por dificultar que alunos da rede pública que possuam algum problema de aprendizagem, possam ter acesso a ensino adequado. Em resumo, fica esclarecida a problemática no texto proposto.

Em suma, é necessário que o Estado em conjunto com o Ministério da Educação, crie projetos que visem garantir o direito à educação, presente na Consituição Federal, por meio de reuniões oficiais.