Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 17/10/2023
Défict de atenção e hiperatividade. Esses são transtornos de aprendizagem que vem crescendo no Brasil, visto que, infelizmente, as escolas não têm estrutura para inclusão de alunos com dificuldades. Nesse sentido, cabe avaliar a postura governamental e as consequências desse entrave.
De início, é fato que a falta de estrutura das escolas para lidar com o problema se dá pela negligência governamental. Sobre isso, o filósofo Thomas Hobbes, em seu livro “Leviatã” defende a incumbência da entidade do estado -representada por um monstro marinho- em proporcionar meios que visem a hamornia social, mediante ações coletivas entre as autoridades. Todavia nota-se a escassez de medidas aderidas pela federação, tais como a falta de investimentos para melhorar as instituições de ensino que não têm condição para dar o suporte necessário aos alunos com dificuldades de aprendizagem.
Assim, consequentemente haverá um baixo desempenho acadêmico, que irá impactar na saúde mental dos estudantes. Nesse raciocínio, segundo Hipócrates, cientista grego, o estado de saúde é resultado da harmonia do indivíduo e o ambiente em que ele se encontra. Desse modo em um ambiente escolar que não proporciona o suporte para alunos com dificuldade, isso poderá gerar, por exemplo, baixa autoestima, ansiedade e depressão. Com isso, em um contexto de desequilibrio social, espera-se que haja um desequilíbrio salutar.
Portanto, cabe ao Ministerio da Educação (MEC) -órgão responsável pelo ensino no país- investir em um local que atenda a necessidade de todos os estudantes, construindo salas com isolamento acústicos. Isso será feito por meio do fundo de investimento do (MEC), com a fiscalização de, por exemplo, engenheiros e arquitetos. Tal medida, tem como objetivo, reduzir as distrações dos alunos que perdem a atenção facilmente com barulhos externos.