Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 02/11/2023
Conforme afirmou Nelson Mandela, pai da nação sul-africana e líder na luta contra o regime de apartheid: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Nesse sentido, é notável um descaso governamental observando os desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem, o qual é um problema resultante da displicência populacional com o tema. Desse modo, a falta de cultura educacional e a negligência estatal são agravantes para a problemática.
Em primeiro lugar, se deve observar a ausência de cultura educacional como fator vexatório da situação. De maneira análoga, pesquisas do portal de notícias “O Globo” apontam que apenas 18% das escolas do território nacional têm estrutura e profissionais capacitados para lidar com a inclusão dos alunos com transtornos de aprendizagem, assim fazendo com que grande parte dessa minoria se torne mal-afortunada de um ensino apropriado.
Ademais, o Estado comporta-se negligenciando essa parcela de alunos com dificuldade de aprendizado. Nesse contexto, é notável que o esforço de entidades públicas perante essa problemática é mínimo ou quase nulo. A luz disso, há o exemplo da falta de investimento em profissionais especializados para identificar e zelar por esse nicho de alunos. Nesse viés, pesquisas do portal de notícias “G1” indicam que menos de um terço das escolas municipais do Brasil possuem profissionais capacitados para zelar por alunos com transtorno de aprendizagem, assim gerando um descaso com essa parcela de estudantes.
Portanto, faz-se imprescindível a tomada de medidas resolutivas perante a falta de inclusão de estudantes com transtornos de dificuldade. Em consequência disso, cabe ao Ministério da Educação (MEC), responsável pelos problemas ligados a área de educação, promover para todos os profissionais pedagógicos dos 5720 municípios brasileiros, palestras educacionais com intuito prepará-los para o ensino dessa minoria de estudantes. Desse modo, gerando uma geração de profissionais da educação capacitados e se aproximando da realidade desenhada por Nelson Mandela.