Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 28/12/2023
O filme “Como estrelas na terra toda criança é especial”, retrata um garoto que sofre de dislexia, seus pais e docentes não entendem o seu comportamento confundem o seu transtorno com a falta de disciplina. Esse cenário é o que ocorre com muitas crianças e jovens no Brasil. Assim, cabe analisar a falta de informação e negligência estatal contribui para exclusão.
Em primeira análise, a carência de informação contribui para exclusão dos estudantes. Sob essa perspectiva, o instituto ABDC, uma Ong, afirma que 4% da população brasileira seja disléxica. Desse modo, as escolas devem apresentar professores capacitados para o recebimento desses alunos é preciso saber lidar com essas dificuldades. Diante disso, o país não pode ser considerado desenvolvido se os jovens tem esse déficit.
Além disso, a negligência estatal contribui para a permanência dessa exclusão. Nessa ótica, Gilberto Dimenstein, jornalista e sociólogo, afirma em sua obra “Cidadão de Papel” que os direitos previstos na constituição de 88 não garantidos a todos os brasileiros na prática, visto que alunos deficitários não recebem apoio.
Destarte, para que alunos deficitários sejam inclusos na educação. Logo, cabe ao Ministério da Educação – órgão público responsável pelas políticas educacionais do país – em conjunto com a mídia brasileira informe a população sobre os tipos de transtornos, e investir na capacitação de docentes por meio de propagandas e verbas, com o objetivo de tornar a educação igual.