Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 13/08/2024
Na série “The Good Doctor” se é apresentado a vivência e as lutas de um médico que possui um espectro autista apenas querendo exercer seu trabalho; entretanto, é impedido por aspectos como o preconceito e a falta da auxílio de seus colegas de trabalho, enquanto possui um transtorno de aprendizagem. Contudo, também é necessário visar a evolução social por ser uma série que retrata a dificuldade de inclusão de pessoas com transtornos no meio tanto o profissional quanto escolar. Com isso, é importante refletir esse impacto na realidade brasileira, pois muitas pessoas não conseguem aprender justamente por falta de desenvolvimento de escolas voltadas a inclusão de seus transtornos de aprendizagem que, futuramente podem desencadear em problemas como o desemprego e a permanência dessa invisibilidade na sociedade, assim, sendo necessária mudança.
Ademais, não é algo novo que a educação brasileira de modo geral é precária e necessita ajuda. Desse modo, segundo dados estatísticos, cerca de 41% dos jovens do Brasil abandonaram a escola por necessidades como o trabalho. Sob esse viés, é notável que o âmbito escolar não é convidativo para inúmeros jovens, justamente pela falta tanto de infraestrutura quanto a devida recepção à todo tipo de pessoa, como, as que possuem transtornos de aprendizagem, concluindo-se com uma necessidade abordagens mais inclusivas para um devido aproveitamento.
Além disso, a falta de reconhecimento desse grupo na sociedade apresenta alto perigo para sua permanência. Tendo isso em vista, a sociedade ainda se perpetua em padrões do patriarcado, que estabelece domínio e indiferença sobre grupos minoritários considerados fora do padrão. Tido isso, o esquecimento de pessoas com transtornos de aprendizagem acabam apenas mantendo a ausência de projetos sociais, investimentos e até representatividades em meios públicos. Que, possui a necessidade de ser mudado para o bem dos mesmos.
Condizendo com esses fatores, cabe ao Ministério da Educação destinar investimentos para as escolas tornarem-se mais convidativas e inclusivas, usando de projetos e campanhas para auxílio à alunos com transtorno de aprendizagem por meio de aulas extras e com mais atenção. Dessa forma, reconhecendo a existência dessas pessoas e fornecendo um aprendizado mais digno aos mesmos.