Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 12/08/2024

É evidente como as escolas brasileiras enfrentam desafios a respeito da inclu- são de alunos com transtornos de apredizagem. Inicialmente, isso é fruto de falta de diagnóstico e incapacitação de profissionais qualificados. Nesse contexto, ao analisar os fatores supracitados acima, percebe-se que a problemática, além de ser uma realidade, tende a potencializar e agravar a imoralidade inata.

De início, entende-se que a falta de diagnóstico é um fator crucial para existên- cia do entrave na sociedade, porque o segundo o Senado Federal, “O percentual de crianças com dificuldade para ler e escrever passou de 15,5%, em 2019, para 33,8% no ano passado, em razão da pandemia de covid-19.” Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de pensar e pensar. Seguindo essa linha de pensa- mento, nota-se que o problema, lamentavelmente, já se tornou cotidiano e a popu-lação habituou-se a ele. Assim, em virtude dessa alienação os desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprediza- gem persiste no corpo social.

Além disso, a incapacitação de profissionais qualificados também dificulta a ate-nuação do impasse em virtude exclusivamente da falta de formação em Educação Especial. Segundo o Ministério da Educação (MEC) . “No Brasil, cerca de 94% dos professores regentes não têm formação continuada sobre Educação Especial - mo- dalidade da Educação Básica, em uma perspectiva inclusiva, que tem como público pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilida- des ou superdotação.” Desse modo, ao enxergar a permanência dessa situação, compreende-se, a existência dessa conduta passiva e ineficaz praticada pelo cida-dão brasileiro, já que ele inclina-se a ser insignificante.

Portanto, é urgente, que os profissionais passem por uma capacitação ou for-mação sobre Educação Especial, e as escolas estejam preparadas para receber os aluno sejam com transtornos ou não, passem por mudanças e/ou reformas. Essas alterações terão a finalidade de receber os alunos, dar um ensino adequado, evitar traumas e constrangimentos para o aluno. Desse modo, todos irão poder viver de forma conjunta em sociedade. E sem qualquer diferença congnitiva.