Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 12/08/2024
“Às vezes, as mentes mais brilhantes e inteligentes não brilham em testes padronizados, porque elas não têm mentes padronizadas”, citação da historiadora estadunidense Diane Ravith, que traz uma perspectiva neurológica da mente “não padronizada”, ou seja, aquele a qual não é comum perante outras. Hodiernamente, é notável que existam desafios para as escolas na inclusão de indivíduos que tenham dificuldade na aprendizagem. Sobre esse viés, observa-se a falta de profissionais capacitados em instituições estudantis e a desinformação dos genidores acerca dos transtornos de aprendizagem.
Primeiramente, é essencial que no ambiente escolar venham ter profissionais de educação qualificados para ensinar alunos que são portadores de algum tipo de transtorno de aprendizagem. Em evidência do mencionado, dados de 2022 apontavam sobre a capacitação desses, “No Brasil, cerca de 94% dos professores regentes não têm formação continuada sobre Educação Especial”. Tal trecho comprova que o país apresenta uma falta de docentes instruídos para esse tipo de modalidade Escolar Básica.
Em segundo ponto, vale ressaltar que apesar dos professores serem aqueles que normalmente são os primeiros a notar e a ter contato com os portadores do transtorno, é preciso que a família reconheça e colabore para a criação de um ambiente confortável para eles, porém por muitas vezes os responsáveis por esses alunos não têm conhecimento sobre os transtornos e não sabem como proceder diante deles.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação a responsabilidade de implementar campanhas online e físicas que conscientize sobre os transtornos, por meio de redes sociais, com intuito de informar os responsáveis dos alunos, e através de palestras, com o objetivo de formar profissionais em Educação Especial, a fim de trazer conhecimentos àqueles que não o possuem e formação a rede de professores de instituições escolares.