Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 13/08/2024

Segundo o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, a tarefa da educação, no caso do indivíduo, é torná-lo tão firme e seguro que esse não possa ser desviado de sua rota. Entretanto, no hodierno cenário global brasileiro, essa concepção não é efetuada corretamente uma vez que a falta de inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem ocasiona divergências no corpo civil. Destarte, é imperioso desta a negligência como propagadora do problema.

Sob essa perspectiva, é de fundamental importância avaliar, a falha educacional como perpetuador (a) do impasse abordado. Acerca disso, de acordo com o

filósofo Paulo Freire, o sistema educacional brasileiro é majoritariamente bancário, isto é, pouco encoraja o pensamento indagador. Dessa maneira, depreende-se

(colocar recorte temático) deriva de um sistema educacional extremamente conteudista e negligente quanto à solidificação de um raciocínio analítico, de

forma a potencializar a continuidade desse ato nocivo. Logo, é inaceitável que a educação, um direito fundamental e de grande impacto para o desenvolvimento social e econômico, seja negligenciada no Brasil.

Ademais, a Constituição Federal de 1988 assegura que a educação é um direito de todos e que deve ser oferecida aos estudantes igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. No entanto,o que se observa em diversas partes do país é uma disparidade gritante entre crianças com necessidades especiais e aquelas que se encaixam no sistema educacional tradicional. Essa diferença resulta em uma equiparação desigual de oportunidades, perpetuando a exclusão e a faltta de inclusão.

Em vista dos fatores elencados acima, é notório os desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem. Contudo, é fundamental que haja uma colaboração entre o Estado e o Ministério da Educação, por meio de uma reforma que valorize a diversidade e promova um ambiente educacional verdadeiramente inclusivo, assim reavaliando as suas estratégias e práticas para garantir que a inclusão não seja apenas um princípio constitucional.