Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 05/08/2024

De acordo com a Declaração Universal dos DIreitos Humanos, documento adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, os direitos e liberdades fundamentais do seres humanos são estabelecidos para todos independetemente de etnia, sexo, religião ou qualquer outra condição. Nessa perspectiva, a inclusão de pessoas atípicas em sala de aula se encontram nesse tópico. Assim, mostra-se relevante pensar nas dificuldades enfrentadas pelas escolas na integração de alunos com transtornos de aprendizagem, uma vez que a falta de conhecimento sobre o assunto e a ausência de profissionais destinados a esse fim em sala de aula configuram as maiores problemáticas desse pernicioso cenário.

Dessa maneira, é notório destacar a falta de conhecimento dos diversos tipos de transtornos de aprendizagem por parte dos funcionários e professores das escolas. Esse fato ocasiona em um ambiente delicado paro o aluno atípico, já que a falta de compreensão e empatia por sua situação dificulta seu aprendizado, proporcionando baixos resultados acadêmicos. As matrículas na educação inclusiva estão aumentando, prova disso recai no dado que apresenta que houve 429.521 matrículas de pessoas autistas no ano de 2022 (fonte:Colab PUC Minas). Portanto, deve-se haver a conscientização por parte dos profissionais da educação.

Ademais, cabe ressaltar a ausência de de profissionais capacitados e destinados ao ensino dos alunos que possuem algum transtorno de aprendizagem. Esse contexto envolve um profissional que auxiliaria o professor no momento das aulas para cuidar e instruir o aluno atípico, proporcionando para ele uma metodologia diferente dos demais, para que haja um entendimento maior esclarecido da matéria ensinada. Sendo assim, torna-se urgente reconhecer que a falta de profissionais capacitadas resulta hoje em um ensino pouco estruturado para a inclusão desses alunos.

Portanto, para que essa problemática seja resolvida, é dever do Ministério da Educação promover um programa de conscientização para escolas sobre as novas metodologias de ensino destinadas a inclusão de alunos atípicos, e também exigir profissionais capacitados para o auxílio de professores em sala de aula. Somente assim, haverá a erradicação da problemática mencionada.