Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 13/08/2024
A obra ‘‘Utopia’’ do inglês Thomas Moore, retrata uma sociedade perfeita, a qual a população padroniza-se pela ausência de conflitos. Entretanto, hodiernamente, o país está longe de viver uma comunidade sublime, uma vez que a não inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem mantém-se como um imbróglio nesse cenário de iniquidade. Esse panorama plangente ocorre não só em razão da negligência governamental, mas também devido ao preconceito das minorias com dificuldade de aprendizagem. Tais fatos refletem uma realidade preocupante do Brasil.
É relevante abordar, primeiramente, que a negligência governamental contribui para essa entrave. Nesse sentido, é importante ressaltar a fala do filósofo inglês Locke, ao dizer que o Estado é responsável pelo bem está coletivo. No entanto, verifica-se a não materialização do afirmado pelo escritor, no fato de que o poder público deve mediante a alunos com distúrbios educacionais, organizar e prover a infraestrutura necessária para o desenvolvimento de tais indivíduos. Desse modo, é necessária uma reformulação da postura estatal.
Outrossim, o preconceito corrobora um cenário problemático. De acordo com o historiador e filósofo iluminista francês Voltaire, o preconceito é opinião sem conhecimento. Todavia, a afirmação vai de encontro ao contexto vigente, pois observa-se os impasses físicos devido ao desinteresse e falta de atenção das famílias dessa forma dificultando um possível diagnóstico precoce prejudicando a inserção das crianças no ambiente escolar. Logo, medidas precisam ser tomadas.
Evidencia-se, portanto, que tais mazelas prejudicam a população. Dessa forma, cabe ao Governo Federal Executivo em parceria com o Ministério da Educação e Saúde desenvolver leis mais rígidas e projetos sociais, com finalidade de quebrar os paradigmas do povo sobre distúrbios na aprendizagem. Tais providências aplicam- se por intermédio de palestras sobre a realidade das crianças com dificuldade escolar, a fim de aumentar o conhecimento dos familiares, podendo assim em conjunto com psicólogos e educacionais encaminhar o disgnóstico com forme a necessidade do estudante. Somente assim é formado um país que represente a nação.