Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem
Enviada em 29/08/2024
Jonh Locke, filósofo inglês, destacava que é o dever do Estado assegurar os direitos e bem-estar dos cidadões. Todavia quando o assunto é sobre a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem vemos que o Estado não aplica esse dever, com falta de acessibilidade e a falta de investimento da parte do governo.
De início podemos falar sobre a falta de acessibilidade como um grande fator para a disseminação do problema. No Brasil nas ruas, podemos ver a falta de acessibilidade, e nas escolas não são diferentes, como a falta de profissionais especializados em transtornos em aprendizados, a falta deles em escolas. As distribuições de atividades avaliativas também não é algo muito justo, pessoas com transtorno de ansiedade sofrem muito nessa questão de provas, são ótimos alunos mas na hora de aplicar o que sabem acabam passando mal ou até mesmo não conseguem aplicar aquilo que sabem.
Além da acessibilidade podemos citar a falta de investimentos como outro problema ma batalha de combater o problema de inclusão, o governo não investe o que deveria nas escolas, fazendo assim se tornar algo comum e que inclusive só ressalta o que o filósofo Platão diz, o ser humano vai atrás das razões e daquilo que se transforma em problemática e se isso se torna algo comum, logo o ser humano não luta pelo seu direito, como deveriam fazer.
Urge, por fim a falta que o governo faz na inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem, o governo deveria agir e criar mais leis assim como a lei 14.254/11/2021 que fala sobre os parâmetros de atendimento na interface entre desafios e transtornos de aprendizagem, por meio de votos, para aderir mais direitos para o povo. Assim criando uma sociedade como Jonh Locke tanto espera e que tanto fala.