Desafios enfrentados pelas escolas brasileiras para a inclusão de alunos com transtornos de aprendizagem

Enviada em 29/08/2024

Segundo Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”, isto é, pessoas diferentes devem ser tratadas de formas distintas com o intuito de atingir um mesmo objetivo, independe das diferenças. Contudo, não é de difícil entendimento que esse pressuposto não é seguido no Brasil, especialmente em relação ao ensino de crianças com disturbio de aprendizagem. É necessário analisar as principais causas, como a ignorância das pessoas perante ao assunto e falta de visibilidade.

Continuamente, a ignorância em relação aos transtornos de aprendizagem tem sido enraizados por várias gerações, principalmente dentro das famílias, que constumam tratar como falta de atenção e interesse. Dessa forma, o diagnóstico precoce dos transtornos se tornam complexados, que acaba prejudicando a introdução dessas crianças na sociedade. Além disso, a ignorância leva a visão que pessoas com esses distúrbios tenham uma inteligência abaixo da média, sendo que na realidade, isso não afeta na inteligência dessas pessoas.

Analogamente a ignorância, a falta de visibilidade continua sendo um grande obstáculo, por conta disso, as escolas escolas não estão preparadas a acolherem alunos com maiores necessidades pedagógicas. Isso porque, embora a Constituição Federal garante a educação a todos os cidadãos, grande parte das escolas públicas tem falta de profissionais especializados para a inclusão dos alunos que necessitam maiores cuidados perante a educação, fazendo com que no final, esses alunos sofram de exclusão social e baixa autoestima.

Fica claro, consequentemente, que o problema citado é bastante amplo e complexo, e deve ser solucionado. Para isso, é de suma importância que o Ministério da Educação junto a organizações não governamentais, ensine a população, por meio de comerciais de televisão e campanhas educacionais, a indentificar e reconhecer uma possivel suspeita de transtornos, com o fim de transformar o Brasil em um país mais incluso e igualitário.