Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
Durante a história, o número de surtos epidêmicos aumenta progressivamente. No século XIV, devido á falta de saneamento nas ruas europeias a peste bubônica causou a morte de milhares de pessoas. Hoje, apesar do avanço da medicina, o desmatamento, a poluição e outras negligências do homem ainda acarretam a incidência de mortes por doenças infecciosas.
De acordo, com o ministério da saúde em 2015 o Nordeste só ficou atrás do Sudeste e Centro-Oeste em casos notificados de armazenamento de água.
Apesar das consequências, a maioria da população não acrescenta o trabalho dos agentes de endemias, como por exemplo, a dengue é uma epidemia que pode ser evitada por eliminação do criadouro do mosquito, retirando todos os recipientes que possuem água parada. Nesse sentido a população junto com os agentes podem realizar esses procedimentos para uma melhora no controle de epidemias e ainda assim muitos não aceitam as visitas.
É importante ressaltar também que existe doenças que não tem vacina como prevenção. E são doenças em estados tropicais, subdesenvolvidos, ou seja em estados pobres, o que seria necessário que cientistas se aprofundasse em pesquisas para prevenção dessas epidemias, como exemplo a Doença de Chagas, Dengue.
Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter essa situação.O poder público deve investir em universidades que realizam pesquisas cientificas, afim de incentivar estudantes a pesquisar vacinas para epidemias que ainda não tem vacina, das quais podem levar a morte. O município deve realizar saúde em educação sobre a vacinação, pois muitos indivíduos são leigos do assunto e não acredita na sua eficácia e da importância das visitas técnicas dos agentes.