Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
Na Europa durante o século XIV, houve uma epidemia que ficou conhecida como a Peste Bubônica, isso ocorreu devido a falta de higiene e o precário saneamento nas cidades daquela época. Hodiernamente, no século XXI, com o desenvolvimento da medicina e tecnologia, nota-se uma expressiva incidência de mortes por conta de doenças infecciosas, que geram sérias ameaças a saúde pública brasileira. Nesse sentido, alguns fatores preponderantes contribuem para o aumento desse fenômeno, entre eles a negligência humana como o desmatamento e a ineficiência por parte dos agentes públicos de saúde em combater certos vetores.
Primeiramente é importante analisar o crescente desmatamento de florestas, que impacta diretamente as espécies transmissoras de doenças, em decorrência da destruição de seu ambiente natural, forçando-as à procurar refúgio nos centros urbanos. Com isso, a incidência de casos por doenças infecciosas, tais como a dengue, a febre amarela, tem como transmissor o mosquito ‘‘Aedes aegypti". Segundo dados do Ministério da Saúde, os casos de dengue no Brasil aumentaram 149% no ano de 2018. Portanto, faz-se necessário medidas imediatas para diminuir esses casos, pois geram enormes problemas e podem levar o indivíduo a morte.
Outro fator preponderante, é analisar a fiscalização das leis ambientais onde há falhas por ineficiência da vigilância. Dessa forma, nota-se que muitos casos de doenças epistemológicas dá-se pela falta de controle sanitário, sendo essencial para a manutenção da higiene de um dado local. Percebe-se, a falta de efetividade por parte dos agentes públicos, que não suprem as demandas da população, as deixando mais vulneráveis. Ademais, boa parte das pessoas não se atentam a medidas simples de prevenção, como evitar água parada. De acordo com o ativista Martin Luther King “toda hora é hora de fazer o que é certo”, sendo assim, é necessário uma maior efetivação da vigilância.
Fica evidente portanto, uma mudança desse cenário para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos brasileiros. Dessa forma, o Ministério do Meio Ambiente, por intermédio de leis e políticas públicas analisadas com prioridade, deve promover a proteção e fiscalização de áreas de desmatamento, com o intuito de controlar e manter o habitat natural desses vetores, e multar os que burlarem tais medidas. Destarte, é imprescindível aumentar o número de agentes sanitários e capacitá-los para orientar os cidadãos a respeito da prevenção e tratamento de doenças epistemológicas, os direcionando de modo prático e eficiente. Sendo assim, diminuirá a atual situação e trará benefícios a população, lhes assegurando uma melhor condição para o bem-estar global do indivíduo.