Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/06/2019
No documentário “Revolta da Vacina” relata que em 1904 no Rio de Janeiro,para conter o vírus da varíola,foi implantado a campanha de vacinação obrigatória,que gerou a revolta da população.Semelhantemente por falta de informações, a sociedade criou um movimento parecido denominado antivacina,que resulta no aumento de epidemias no país.
Em primeira análise, pode-se verificar que a precária educação leva a falta de informação do povo. Um processo que começou com a desvalorização de suas escolas por parte dos governantes,tende a ensinar o básico a seus alunos.Sob esse viés,a educação brasileira introduz de forma limitada ações pedagógicas que reflitam sobre as epidemias e a sua propagação. Assim,tende a tornar indivíduos pouco críticos que sustentam a ideia de que a vacinação não é necessário.
Por conseguinte,verifica-se que surto de doenças tem crescido devido ao movimento.Segundo o Ministério de Saúde a vacina Treta Viral, que previne o sarampo,caxumba,rubéola e varicela teve um índice de cobertura de 70,60% abaixo do previsto que seria 95%,logo,o Brasil perdeu o certificado de erradicação do sarampo, devido a notícias falsas,medo dos efeitos colaterais e luta por liberdade individual são motivações do grupo anti imunização. Cenários como esse propiciam a proliferação de doenças.
Infere-se, portanto, que o governo federal,atado ao MEC (Ministério da Educação),deve destinar mais verbas para uma reestruturação escolar, com reflexões entre os discentes o advento de novas formas interativas, para assim abordar pandemias que assolam o país. Para mais,os mesmos órgãos devem promover eventos,patrocinados por empresas da saúde, aberto ao público, incentivando a vacinação, e visando a prevenção de futuras enfermidades. Dessa forma com ações governamentais e ajuda da população, será possível erradicar a ideia do movimento antivacina.