Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 09/06/2019

Durante o processo de colonização do Brasil os indígenas sofreram com muitas epidemias causadas por doenças trazidos pelos europeus, como a Varíola. Esse fato histórico ressalta que isso é um problema atemporal, que vêm sendo negligenciado pelo poder público ao longo dos séculos através da carência de políticas públicas. Assim, pode-se afirmar que o saneamento básico e o temor pela vacinação, são problemas insistentes nessa república do século XXI.

Em primeiro lugar, deve-se abordar a questão do saneamento básico. É de conhecimento geral que tal política pública é essencial para a saúde das pessoas, entretanto, não é levado a sério. Dados do Ministério das Cidades comprovam que 56% dos brasileiros não possuem saneamento básico. Esse vêm sendo um dos motores que mais impulsionam epidemias no Brasil.

Além disso, é importante destacar as problemáticas que circundam a vacinação no Brasil. A carência de informações a cerca da vacinação, são um dos fatores que contribuem para baixa cobertura vacinal, segundo a OMS(Organização Mundial da Saúde). Muitos cidadãos ainda temem ser vacinados, por medo, assim como ocorreu no Rio de Janeiro no século XX, a chamada Revolta da Vacina. E essa, hodiernamente, é a melhor forma de prevenção de doenças.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para melhorar o quadro atual. Para que as epidemias sejam controladas ou erradicadas do Brasil, urge que o Ministério das Cidades em conjunto com os municípios, façam obras de saneamento básico nas localidades mais necessitadas, por meio do Plano Nacional de saneamento Básico, do governo Federal. Além disso, é importante que as escolas façam palestras para desmistificar os mitos que envolvem as vacinas.