Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
No século XVI, as ruas europeias encontravam-se sobrecarregadas de lixos, no qual deu-se o surgimento de surtos epidêmicos. Devido a essa sobrecarga, surgiram doenças como a Peste Negra que matou milhares de pessoas e impregnou-se, conveniente a falta de saneamento básico e a inrresponsabilidade do homem nesse quisito. Atualmente, apesar do desenvolvimento na medicina, a sociedade brasileira sofre muito com esses surtos devido a baixa qualidade de higiene. Destarte, esses desafios estão cada vez mais presente no mundo, não só pela inceficácea do comprometimento do homem com a saúde e o bem estar, mas também pela improficuidade do saneamento básico. Nessa pespectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integra seja alcançada.
Em primeira análise, segundo o filosófo René Descarte, no seu pensamento mecanicista, fazendo analogia com o relógio mecânico, diz que todas as partes são importantes para compor um relógio, por mais que pareça ser irrelevante, ela se torna importante para o funcionamento do tal. Diante do exposto, mostasse que não só um individuo deve ter o comprometimento de cuidar do seu ambiente, mas todos os cidadãos devem contribuir em conjuto para que se possa funcionar de acordo com o relógio mecânico. Dessa forma, evitando ataques de epidemias e congestionamento no Sistema Único de Saúde - SUS, que mostra ineficaz em atender todos pacientes.
Em segunda análise, com a falta de eficiência do gerenciamento do Governo, o saneamento básico acaba não contribuindo nessa problemática. Segundo o site globo.com, o maior indíce de epidêmias é de dengue. O crescimento dessa doença é devido a água parada em pequenos resíduos, no qual permite o mosquito depositar seus ovos e desenvolver. Outrossim, os agente de saúde mostram-se impresente na contribuição da fiscalização nas casas brasileiras, tornando a cobrança e o evitamento da doença menor. Portanto, medidas estratégicas são necessárias para amenizar a problemática.
Infere-se, portanto, que essa problemática é uma grande pedra a ser removida do caminho da saúde pública e se boa parte da população agisse como o pensamento de René Descartes, seria uma anestesia na situação. Nesse sentido, recai sobre o Estado, juntamente com o Ministério da Saúde e o Ministério do Saneamento Básico com parcerias público-privadas a promoverem ações multiciplinares, como mutirões, atividades com o intuito de eliminar águas paradas e lixos nas ruas, criar também desafios entre bairros para poder intergir mais com a população. O objetivo seria através dessa ações, amenizar os ataques de epidemias para diminuir os riscos das doenças agravarem. O trabalho teria apoio do Governo Federal e técnicos de Estados e Municípios.