Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
Políticas públicas como forma de reduzir epidemias no Brasil.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgado em 1948 pela Organização das Nações Unidas - prevê que todo ser humano deve ter acesso a saúde. A realidade, entretanto, destoa da teoria, como por exemplo nos casos de epidemia em solo brasileiro, causados por conta da falta de vacinação e falta de vigilância dos imigrantes nas fonteiras. Dessa forma, o Estado deve lançar políticas públicas que sanem o problema.
Em primeiro plano, é importante mencionar que a resistência à vacinação foi listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das dez maiores ameaças à saúde global. Por conta disso, um dos piores do ranking com relação ao sarampo, doença que ressurgiu quando estava quase erradicada, foi o Brasil. Embora a internet seja uma ferramenta de suma importância à sociedade, é por meio dela que pessoas são aconselhadas a não se vacinarem, fato é que nos Estados Unidos o Facebook desativou anúncios com conteúdos contra a imunização.
De outra parte, ainda segundo a OMS, doenças estão sendo importadas ao país por estrangeiros que atravessam de forma ilegal as fronteiras até o Brasil. Recentemente epidemias de malária e sarampo, doenças que até então estavam erradicadas, voltaram a ser registradas, por conta da entrada de venezuelanos, que sofrem em seu país de origem com a falta de remédios, inclusive de vacinas, o que ocasiona a contaminação dos nativos sãos.
Urge, portanto, que o Estado assegure saúde aos brasileiros, conforme prevê a Declaração Universal. Para tanto, é necessário que o Ministério da Saúde promova campanhas educativas na televisão que atinjam a população e aumente o número de vacinados. Ademais, é importante que haja mais fiscalização nas fronteiras, para impedir a imigração ilícita, já que além de ferir as leis, põe em evidência o integridade física do povo brasileiro; assim novas epidemias serão evitadas. Dessa forma, ao adotar tais medidas, o Estado assegurará a saúde e o bem estar da população.