Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 09/06/2019

Na Primeira República durante o governo de Rodrigues Alves, houve no Brasil a chamada Revolta da vacina, um conflito entre a população que mostrava resistência em tomar vacina contra a varíola e o governo que agia de maneira agressiva com a sociedade para que a epidemia pudesse ser controlada. Desde então, pouca coisa mudou, a falta de informação ao povo sobre doenças e as condições insalubres de higiene ainda são fatores que contribuem para o aumento de epidemias.

Sob esse cenário, é notório que as causas das epidemias são diversas e que os habitantes precisam ter acesso à informação para saberem como poderão agir diante das mesmas. Muitas vezes os cidadãos mostram resistência para tomarem vacinas, fator que já diminuiria quase totalmente a chance de contágio de uma pessoa se ela fosse imunizada contra o vírus.

Em conjuntura, as condições precárias de higiene também agravam a probabilidade de adquirir uma doença viral, por exemplo. Medidas simples como lavar as mãos com água e sabão, usar álcool em gel e evitar tocar o nariz e a boca em superfícies que possam estar contaminadas corroboram para diminuir a contaminação de doenças como a H1n1, cuja teve uma epidemia no Brasil em 2009.

Diante dos fatores supracitados, faz-se necessário que o Estado tome as devidas previdências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do assunto mencionado, é fundamental que o Ministério da saúde crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias em canais de televisão de rede aberta que transmitem a importância de tomar vacina e as medidas profiláticas das principais epidemias da atualidade, com o intuito de melhorar esse cenário no Brasil.