Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/06/2019
No século XVI, os Europeus ao chegarem em território Brasileiro trouxeram consigo algumas doenças, antes inexistentes nesse recém descoberto território. Como foi o caso da varíola, o que ocasionou a morte de milhares de nativos. Nos dias atuais, apesar da evolução da medicina, a falta de saneamento básico, políticas públicas e outras negligências do homem, o controle de epidemias têm se mostrado um grande desafio aos Governos mundias que por sua vez exige uma atenção privilegiada.
Pode-se perceber que, com o avanço da medicina fica evidente que a descoberta de tratamentos, medicamentos e vacinas estão cada vez mais eficazes visando o controle ou até mesmo a extinção de determinada doença. A vacinação é uma forma muito segura de prevenir doenças e vem colaborando para erradicar algumas doenças no Brasil, tal como o Sarampo que fora erradicado em 2016, mas de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), no segundo semestre de 2018 apresentou-se centenas de casos da doença em grande parte do território Brasileiro.
Tendo em vista que, mesmo a medicina apresentando diversos avanços em busca de prevenir e solucionar Epidemias, a falta de saneamento básico por exemplo tem se mostrado agente
colaborativo ajudando a criar ambientes insalubres ideais para proliferação de parasitas como o schistosoma mansoni causador da doença conhecida como esquistossomose que ainda não tem vacina desenvolvida para sua prevenção. A falta de politicas públicas que visem amenizar o problema da escassez de saneamento básico tem se mostrado um desafio na saúde pública dos Governos Mundias e consequentemente o Brasil em busca de controlar epidemias.
Dessa forma, a OMS em parceria com o Governo Federal Brasileiro, devem promover campanhas de conscientização principalmente no meio televisivo onde o alcance é indubitavelmente maior. O Governo Estadual em conjunto com os Governos Municipais devem estimular parcerias com escolas públicas e privadas que visem a propagação de métodos preventivos, como por exemplo campanhas com o intuito de diminuir a proliferação do mosquito transmissor da dengue, eliminando recipientes que possam acumular água. Além disso, investimentos por parte do Governo Federal em conjunto com o Ministério da Saúde em estudos que objetivam a descoberta de novas vacinas e também a divulgação das vacinas já existentes.