Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/06/2019
A palavra “epidemia’’ tem por definição ‘‘doença que ataca simultaneamente grande números de indivíduos em uma determinada localidade’’, e ela ilustra muito bem a situação do que ocorre em certos estados brasileiros. Nesse viés, pode-se falar dos desafios na saúde pública, principalmente devido ao Governo, que é o principal responsável pela atual realidade.
O Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal de 1988, teve origem com a Revolução Sanitária na década de 1970 e até hoje, em 2019, não foi adaptado as necessidades da população. Isso, pois, existe uma má gestão pelos órgãos públicos, devido as crises que abrangem o país, a falta de interesse dos governantes e de verba, pelo grande esquema de corrupção. Dessa forma, fica impossível haver um tratamento de qualidade para qualquer doença que vier a surgir.
E ainda, o Brasil corre o risco de perder o certificado de erradicação do sarampo, concedido em 2016, pela Organização Pan Americana de Saúde, pelos casos endêmicos, especialmente no Amazonas e em Roraima, de acordo com o site G1. As ofertas de vacinas no SUS não tem sido suficientes para garantir a taxa desejável de cobertura de população e ainda, a atual situação sociopolítica econômica enfrentada pelo país ocasiona um intenso movimento migratório, como o da Venezuela, que contribuiu para a propagação do vírus para outras áreas geográficas.
Infere-se, portanto, que o SUS não dá conta, e que o Estado tem muito o que fazer para conseguir lidar de uma boa forma com as epidemias. Com isso, é interessante o encaminhamento de medidas importantes ao Congresso Nacional para melhorar e regulamentar as operação que envolvem a saúde. Outrossim, é a junção das esferas - nacional, federal e municipal- para melhorar o atendimento e gerir serviços à população, inclusive esclarecimento através da escola e mídias para saber como agir em tempos de epidemias.