Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/06/2019
No início do século XX, foi criada a primeira vacina que combateria a epidemia da febre amarela, que foi responsável pelas mortes de muitos brasileiros. Cotidianamente, observa-se que, no Brasil o números de pessoas que vem sendo afetadas com essas epidemias vem crescendo rapidamente. Isso devido ao desmatamento é o descarte incorreto de resíduos
Em primeiro plano, sabe-se que o desmatamento pode influenciar diretamente na proliferação dessas epidemias. Pois, quando há a destruição dos habitats de algumas espécies que são transmissoras de doenças, elas são obrigados a se deslocarem para os centros urbanos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mosquito “Aedes aegypti” é um dos principais transmissores de doenças que são responsáveis pelas mortes de muitas pessoas todos os anos. De acordo com Martin Luther King, “Toda hora é hora de fazer o que é certo”, portanto, nunca é tarde para tentar corrigir certas práticas que são feitas pela população.
Outro aspecto a ser abordado, é o descarte incorreto doe resíduos produzidos pelos indivíduos. Ao descartar um resíduo de forma incorreta, misturando com outros tipos de lixo e fazendo sua disposição em lugares impróprios, mais especificamente, nos centros urbanos e lagos, essas práticas podem influenciar e acelerar no processo da proliferação de mosquitos e outras espécies indesejáveis. Segundo o artigo 225° da Constituição brasileira, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e direito a uma vida sadia. Mas, na prática, não é isso que vem acontecendo, pois esse direito de ter uma vida sadia e um meio ambiente ecologicamente equilibrado, está sendo violado.
Portanto, diante do exposto, são necessárias medidas que ajudem a amenizar a proliferação de espécies indesejáveis. Para isso, a OMS, deve se responsabilizar em promover campanhas falando a cerca dos malefícios que estas epidemias podem trazer a saúde humana e dar a população algumas instruções de como evitar o surgimentos desses organismos. Além disso, a Agência de vigilância sanitária deve fazer uma fiscalização em cada bairro, para analisar os lugares mais propensos para a proliferação de mosquitos e outras espécies indesejáveis que são as causadoras do número de epidemias que vem crescendo de forma rápida.