Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 10/06/2019
Pobreza social. Território continental. Globalização. Esses são fatores que corroboram positivamente para um cenário de epidemias no Brasil; consequentemente, torna-se essencial colocar essa temática em discussão na sociedade. Dessa forma, programas de políticas públicas assistencialistas em consonância com campanhas educativas caracterizam-se como mecanismos relevantes para atenuar as epidemias tupiniquim.
Na Idade Média, parte da Europa Ocidente, utilizou-se de saneamento básico para combater a proliferação da peste bubônica. De forma análoga, hodiernamente, o governo brasileiro necessita implementar políticas públicas para enfrentar as epidemias sanitárias, tendo em vista que a falta de saneamento nas residências brasileira contribui para propagação de doenças como Cólera e Hepatite A. Com isso, torna-se essencial garantir aos cidadãos políticas assistencialistas.
Além disso, outro fator importante para diminuir as epidemias brasileiras é a conscientização coletiva. Segundo o Jornal da Cultura, devido à falta de manutenção, inúmeras residências configuram-se como reservatórios de água parada. Nesse contexto, a veiculação de campanhas educativas na mídia seria uma importante ferramenta para diminuir as doenças tropicais. Dessa maneira, faz-se essencial assegurar o acesso à informação preventiva no Brasil.
Mostra-se importante para enfrentar as epidemias brasileiras, portanto, o Poder Executivo ampliar para todo território as políticas públicas assistencialistas, por meio subsídio financeiros, com o fito de atenuar as doenças. Ademais, as Universidade Pública, em parceria com as ONGs, devem conscientizar a população sobre as medidas preventivas, por intermédio de campanhas pedagógicas/ educativas em cartazes e nas redes sociais, com o propósito de oferecer informações que potencializem a formação crítica dos cidadãos. Assim, a partir dessas ações, atenuar-se-á as epidemias tupiniquim.