Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 24/07/2019
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todo cidadão o direito à vida, ao saneamento básico, ao bem estar social e à saúde. No entanto, o cenário visto pelos desafios em lidar com as epidemias no Brasil impede que isso aconteça na prática, devido ao aumento significativo dos casos de mortes no país por causa da dengue, e pelo do despreparo da educação em conscientizar o cidadão brasileiro sobre o estado de emergência que se encontra a saúde pública do país.
Cabe, a princípio, ressaltar um dos fenômenos desse problema. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de que certos setores da sociedade melhorem, a exemplo da saúde pública, para que o cenário visto pelas epidemias, como a dengue, febre amarela e microcefalia, deixe de ferir a integridade física do cidadão brasileiro.
Ademais, é indiscutível que a educação seria uma ferramenta de intervenção positiva sobre essa problemática. No entanto, ainda faltam medidas efetivas por parte das autoridades para que essa conduta seja alterada. Nesse contexto, conforme o pensamento de Nelson Mandela, “de que apenas a educação é capaz de mudar o mundo”, encontra-se deturpado no país à medida que os investimentos são insuficientes para suprirem as necessidades escolares e insignificativos para inserirem matérias relacionadas à desastres sociais.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o governo em parceria com o SUS (Sistema Único de Saúde), financie projetos educacionais relacionados ao combate das epidemias, por meio de uma ampla divulgação midiática, que inclua programas televisivos, entrevistas em jornais e debates sociais. Além disso, rever a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa nas residências particulares relacionada à água parada, que é um dos maiores causadores do transtorno, segundo o SUS.