Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 04/08/2019

É sabido que o Brasil é um país tropical, com uma vasta fauna e flora, que abriga milhares de espécies de plantas, animais e insetos. Sua população humana, por sua vez, também é bastante numerosa, o que facilita a propagação de doenças. E o estado tem o dever de cuidar disto.      Doenças como a gripe Influenza (H1N1) são altamente contagiosas. Esta, em seu estado mais crítico, causa falta de ar, o que pode levar seu portador a óbito. O meio mais eficaz de se combater tal doença é por intermédio da vacina preventiva. A mesma é liberada gratuitamente pelo estado, e se encontra geralmente no Programa de Saúde da Família (PSF). Mas o que se vê é uma população que se recusa a tomar este cuidado. Em 1904, no Rio de Janeiro, ocorreu a Revolta da vacina. A população era resistente, e a maioria não tinha o intuito de consumir a vacina, que era obrigatória.

Este fato levou a graves casos de doenças espalhadas pelo Brasil, que seriam facilmente contidas com o uso da mesma. A ignorância das pessoas acerca da vacina, foi, e ainda é, a maior culpada pela resistência exercida pela população. O que se é sabido, geralmente, é que a epidemia é uma doença que pode se espalhar rapidamente entre uma população de determinado lugar. Mas poucos sabem que se tal vírus atravessar a fronteira do país, tornará-se uma pandemia, o que elevaria seu grau de dificuldade de contenção, e, porventura, infectaria mais pessoas.

Tendo em vista tais fatos, vê-se que este problema é a nível federal. Vacinas deveriam ser ministradas por profissionais qualificados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Alfândega, para que não houvesse chance de uma epidemia se tornar uma pandemia. O Ministério da Educação (MEC) em consonância com médicos e enfermeiros do SUS poderiam prestar palestras acerca dos benefícios da vacinação, nas escolas, assim as crianças saberiam a importância de tal procedimento, e passariam a adotá-lo. Parafraseando o filósofo Pitágoras: “Educai as crianças, para que não seja preciso punir os homens.”