Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 13/08/2019
August Pullman, o garoto com síndrome genética de Raquel Jaramilo, enfrentava objeções para se enquadrar no meio social. Nesse contexto, no Brasil, é evidenciado casos análogas a isso, uma vez que, epidemias que causam sequelas e deformações é decorrente do país, sendo um desafio a cultural e histórico que deve ser discutido, enfrentado e combatido.
Historiografando, desde a sua colonização o Brasil enfrenta incômodos no que se refere a saúde pública, com baixa representatividade, ela só passou a se desenvolver pós vinda da família real, em 1807, com a cogitação das academias de medicina. Nos dias de hoje, a saúde pública, ainda é, insuficiente para atender as necessidades da população mesmo com a fundação do Sistema Único de Saúde (SUS), mantido pelo governo para tratar e erradicar doenças.
Outrossim, a falta de conscientização da população sobre os riscos a exposição e lapso na manutenção de locais de possíveis proliferação de mosquitos transmissores de doenças, retrocede a constância de imunidade que se faz necessária no país. Sendo o caráter da uma nação inteligente, manter harmonia com o ambiente em que vive, é indubitável a limpeza adequada dos locais, assim como acredita Paul Watson.
De acordo com os argumentos supracitados, entende-se que as doenças epidemiológicas é um problema a ser resolvido. Para tal, cabe a Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com o Ministério da Saúde, realizar conferências e anúncios em mídias sociais orientando a população dos transtornos da proliferação do vector e a maneira de erradicá-lo, com a limpeza de locais e também um canal de denúncia de possíveis criadouros. Por outro lado, Ministério da Educação, deve palestrar nas escolas sobre epidemias e educação ambiental para uma maior participação da população a fim de atenuar o caso e garantir à redução dos riscos de doenças, universalização e igualdade na saúde básica, como previsto na Cláusulas Pétreas do país.