Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 30/10/2019

Na historiografia brasileira, nota-se que o país foi marcado por várias epidemias como, por exemplo, de varíola e febre amarela no século XX. Atualmente, o Brasil continua a sofrer com a manifestação de outras epidemias. Existem várias formas de lidar com essa situação, o que vai de prevenção até a melhora da condição do saneamento básico.

A priori, é relevante abordar que ao se analisar esse contexto, faz jus relacionar à Lei da Vacinação Obrigatória. esse momento é definido quando, para tornar o Rio de Janeiro atrativo, o governo instituiu uma lei onde obrigava toda a população a ser vacinada para a prevenção de epidemias. A prevenção é a melhor forma de evitar epidemias, pois ir ao hospital fazer exames de rotina, manter a higiene e viver em um ambiente limpo acaba diminuindo a probabilidade de manifestação de várias doenças fáceis de se propagar, como dengue, febre amarela, viroses, etc, onde pode resultar em surtos.

É preciso reconhecer, porém, outro fator importante, que seria má qualidade do sistema de saneamento básico presente em várias cidades do Brasil. Má qualidade na distribuição de água potável, esgotos à céu aberto, grande concentração de lixo exposto diante da sociedade são alguns exemplos para explicitar tal situação. As consequências decorrentes desse descaso do governo são inúmeras, como, doenças com maiores incidências e epidemias devido a exposição de pessoas, principalmente das periferias(consequência da desigualdade social, outro fator persistente no país).

Torna-se evidente, portanto, que é responsabilidade dos governos municipais proporcionar melhorias das condições de saneamento básico nas cidades, especialmente, em áreas carentes, a fim de possibilitar boas condições de saúde e controlar a manifestação de epidemias por meio de tratamentos de esgoto, limpeza pública, distribuição de água potável para todos os cidadão, coleta de resíduos sólidos, etc.