Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 30/10/2019

O Brasil sofre com desafios na saúde pública, pelo qual tem o estímulo de lidar com epidemias que ao longo do tempo está a aumentar, casos de microcefalia assusta moradores do Nordeste sendo este o lugar em que os casos de epidemia trazem problemas aos bebês recém-nascidos, pois é uma anomalia que os afeta que causa uma diminuição do cérebro da criança, e que futuramente a anomalia pode afetar a função cognitiva da do indivíduo e que este pode sofrer para viver em comunidade.

Primeiramente é importante destacar que  uma das principais causas da microcefalia e de outras doenças epidemiológicas defendida pelo Ministério da Saúde é que estas doenças são causadas pelo mosquito Aedes Aegypti que é causador da microcefalia da dengue, zika, chikungunya,e  que as pessoas devem tomar precauções para combater o mosquito, pois é assustador o aumento da epidemia microcefalia, e que a principal vítima é a criança que já do ventre da mãe que foi infectada, passa a padecer desta doença.

Por conseguinte a criança que foi vítima da epidemia vai crescer com esta anomalia, pelo qual o cérebro diminui drasticamente e que posteriormente pode afetar as funções cognitivas da criança sendo que esta possivelmente não possa exercer as mesmas funções, características de uma criança que não é afetada e que esta pode sofrer questões de exclusão social o que afeta o psicológico do indivíduo e da família. Todo ser humano precisa se relacionar e o cidadão que não é incluso socialmente tende a sofrer com depressão e outros problemas psicológicos, e este deve ser outro problema a ser evitado para que os portadores de microcefalia não sofram com este problema.

Portanto com objetivo de amenizar os problemas de epidemias no Brasil o Ministério da Saúde junto instituições escolares devem providenciar meios de disseminação da informação para combater as causas das doenças epidemiológicas sendo o mosquito Aedes Aegypti o principal causador das doenças, deve ser feito por meio de atendimentos em escolas, centros urbanos para combater o mosquito, palestras podem ser feitas indicando como se proteger. As vítimas já registradas devem ter acompanhamento domiciliar e atendimentos hospitalares específicos para ajudar a diminuir os efeitos daqueles que já portam tal doença.