Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 28/10/2019
Na séria Outlander, em uma viagem a França a personagem principal vê a tripulação inteira de um navio sucumbir perante a varíola. Atualmente, há meios de prevenção para a varíola e muitas outras doenças virais. Todavia as epidemias ainda são um desafio no Brasil. Entre os motivos para a continuidade destes ciclos estão, dentre outros motivos, a falta de saneamento básico e a descrença da população nos métodos de prevenção.
Atualmente, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), há uma crescente apologia a descrença nos benefícios das vacinas nos últimos anos. Infelizmente, essa revolta da vacina em pleno século XXI vem deixando graves consequências, com essa desinformação o número de imunizações estão caindo, deixando brechas para epidemias de doenças já erradicada e o aumento no número de casos em outras enfermidades como a poliomelite em crianças.
Aliado ao obscurantismo acima exposto existe um antigo problema das civilizações, a falta de saneamento básico. Segundo números do ministério da saúde caso houvesse saneamento básico em todos os municípios os gastos com tratamentos médicos cairia pela metade. Esses gastos, em sua maioria são com epidemias de vermes e doenças virais transmitidas por alimentos e água infectada. Todavia, anos após essa afirmação parte da população braseira vive em meio ao esgoto a céu aberto sendo marginalizada pelos seus gestores.
Nessa perspectiva, é inegável que medidas são necessárias. Ações governamentais que unam o ministério da saúde, educação e comunicação por meio de ciclos de palestras ao estudantes e comunidade externa sobre os mitos que envolvem as vacinas além da divulgação das consequências da não prevenção. Ademais, o ministério da infraestrutura deve das suporte e cobrar dos gestores municipais a construção de meios de promover saneamento básico a todos. Dessa forma o Brasil caminhará para um futuro sem epidemias.