Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 26/03/2020
Atualmente, a superlotação, a ausência de médicos e enfermeiros e pacientes dispersos pelos corredores de hospitais vem sendo um cenário relativamente comum da saúde pública. Existem diversos tipos de descontentamento por parte de quem usufrui desse sistema, sendo estes vindo de pessoas as quais geralmente não podem arcar com os custos de um hospital particular.
Podemos citar que o fato do país não possuir recursos o suficiente para possibilitar um melhor atendimento para àqueles que necessitam, implica diretamente na maior dispersão de doenças, tais quais como dengue, zika vírus e entre outros. o SUS (sistema único de saúde) não possui alicerce para suportar essa quantidade, logo, acaba por não cumprir seu papel inicial, este que consiste na defesa da saúde como direito de todos. Além disso, o sistema sofre diretamente com a falta de verba, esta que geralmente é alvo de irregularidades e corrupção.
Em 2013, a ex-presidente Dilma Rousseff criou o programa ‘‘Mais Médicos’’ com intuito de ‘‘importar’’ aproximadamente 15 mil médicos estrangeiros para que pudessem reforçar e ajudar o atendimento público em áreas mais carentes.
Contudo, muitas das contaminações por parte de pacientes poderiam ser evitadas caso estes tivessem acesso aos meios de divulgações, os quais abrangem os tipos de prevenções de doenças partindo de seus estágios iniciais. O governo poderia disponibilizar recursos para que os necessitados passassem a ter ciência das situações, como por exemplo os outdoors, além de levar até a escola pessoas experientes quanto ao assunto para que estas repassassem para as crianças as condutas a serem tomadas.