Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 22/04/2020

Durante o governo de Rodrigues Alves, a cidade do Rio de Janeiro enfrentou a revolta da vacina, em decorrência das campanhas de vacinação obrigatórias e compulsórias, que tinham o objetivo de vacinar a população contra a varíola. nesse contexto, Há muitos anos o Brasil enfrenta os problemas das epidemias, e por mais que sejam riscos conhecidos, o quadro preventivo não parece melhorar, como a precariedade do sistema público de saúde e a falta de saneamento básico em comunidades, além da dificuldade de conscientização popular.

Em primeiro plano, o sistema de saneamento básico permanece subutilizado pelas agências governamentais como medida de combate ao desenvolvimento de epidemias. Isto posto, no ano de 2015, o Ministério da Saúde registrou 12.300 casos de dengue na região sudeste, possibilitado, em grande parte, pelo armazenamento incorreto de água nas residências. Tal índice reflete a ineficiência das políticas de saneamento por parte do governo, que previnem a população de doenças epidêmicas.

Por outro lado, os indivíduos também tem parte no surgimento de doenças, por meio de ações pouco conscientes. O fácil deslocamento de pessoas entre regiões do país, bem como o desmatamento de áreas nativas em decorrência da expansão urbana, aumentam a incidência de transmissão de doenças. A Revolta da Vacina foi causada devido a negação popular em tomar a vacina contra a Varíola. Atualmente, vemos muitas pessoas que por descuido, imprudência ou inconsciência, acabam não tomando as medidas necessárias para a prevenção de doenças, ocasionando as epidemias.

Portanto, percebe-se que as epidemias podem ser combatidas e evitadas através de incentivos por parte da comunidade médica e do Governo Federal. Cabe ainda, ao Ministério da Saúde juntamente as escolas, oferecer palestras sobre a prevenção e cuidados necessários. Com essas medidas, a sociedade brasileira poderá usufruir de um sistema de saúde mais igualitário, e mais seguro.