Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/04/2020

Durante a história, a ignorância humana causou vários surtos epidêmicos. No século XIV, devido à precariedade de higiene, a Peste Bubônica causou a morte de inúmeras pessoas. Hoje, mesmo o desenvolvimento da ciência, o desmatamento e a poluição ainda ocasionam mortes por doenças infecciosas.

O desmatamento é responsável por destruir florestas onde habitam espécies transportadoras de doenças e as força a fugirem para as grandes cidades, como aconteceu com o mosquito Aedes aegypti, sendo o portador da dengue, febre amarela e também a microcefalia. Dentre as doenças citadas, todas apresentaram grandes casos no Brasil nos últimos meses e na maior parte dos casos pode levar à morte. Segundo Martin Luther King, “toda hora é hora de fazer o que é certo”.

Existem alguns obstáculos para a diminuição desse problema. A poluição, que contribui para o aquecimento global e torna propício a proliferação desse inseto, ainda apresenta altos índices e a fiscalização das leis ambientais tem falhas por insuficiência de vigilância. Além disso, a população não segue corretamente às instruções do Ministério da Saúde em relação a medidas de prevenção. Ademais, a saúde pública no Brasil é lenta em relação à demanda e muitas pessoas morrem sem nem mesmo serem atendidas.

Nesse quesito, a OMS deve promover campanhas de conscientização sobre a importância do papel da sociedade em combater esse problema, com o objetivo de conseguir o apoio popular na proteção contra essas doenças. Além disso, cabe à polícia ambiental o aumento do número de funcionários em locais de maior negligência, a fim de punir crimes e reduzi-los.