Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 19/04/2020

O SUS é utilizado como referência da importância do governo na saúde pública por diversos países, contudo, são oferecidos serviços medianos e que não cumprem a demanda necessária. Sabe-se também que velocidade e eficiência são essenciais no combate à qualquer coisa, para que assim se possa reduzir os danos a sociedade.

Está garantida na Constituição Federal de 1988 o direito ao acesso à saúde por todo cidadão brasileiro. Esse direito torna-se real através do Sistema Único de Saúde, onde milhões de pessoas vão aos postos de saúde ou hospitais públicos em busca de ajuda médica, tratamentos ou até mesmo cirurgias são realizados totalmente de graça. Todavia, mesmo com todas as qualidades que têm, ainda existem algumas mazelas preocupantes no sistema, tais quais que poderiam ser mortais em casos mais graves como epidemias. Há falta de equipamento necessário, hospitais que nunca tiveram suas obras concluídas e o mais preocupante, o não pagamento de profissionais da saúde, que se colocam em risco diariamente para tentar salvar vidas. Em casos epidêmicos, os profissionais da área trabalham praticamente 24 horas por dia e não são recompensados pelo esforço.

Assim como a segunda guerra mundial uma epidemia nunca é esperada, ela vem de algo que achamos ser de fácil defesa, mas na verdade torna-se cada vez pior. A segunda guerra iniciou com algumas ‘quebras de contrato’ vindas da parte alemã, onde ela foi aumentando seu poderio militar e os outros países não fizeram nada até ser tarde demais e ela já ter dominado a maior parte do continente europeu. Tal como a guerra, o vírus inicia-se lentamente a espalha-se ao redor do mundo por diversas maneiras, logo, toda e qualquer forma de vírus que seja nocivo à saúde humana ou ambiental, deve ser tratado com importância e cuidado para que não evolua.

Com o intuito de evitar a propagação de futuros vírus, os virologistas de todo o mundo deveriam receber treinamentos e alguma plataforma digital para que pudessem compartilhar suas descobertas, dúvidas e preocupações com outros especialistas da área, afinal, como diz o famoso ditado “duas cabeças pensam mais do que uma”. E caso o vírus mesmo assim se espalhasse, saber-se-ia muito antes e os países poderiam se preparar.